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quinta-feira, 3 de julho de 2014

JIM MORRISON

 




Pelas 4 de manhã do dia 3 de Julho de 1971 morreu James Douglas Morrison, mais conhecido por Jim Morrison, o grande vocalista dos The Doors, umas das grandes figuras da musica mundial.
 
 Faz hoje 43 anos que faleceu Jim Morrison. Estava eu a caminho e ele a ir embora. É eterno.
 
Jim havia deixado os companheiros da banda e rumado até Paris para ter algum descanso e escrever a sua poesia, enquanto Ray, Robbie e John trabalhavam num estúdio procurando criar algumas músicas. Jim, morreu em casa enquanto tomava um sereno banho de banheira, sucumbindo a um ataque cardíaco. Há uns tempos li que Jim já havia ido ao médico pois apresentava sintomas de doença, mas que exteriormente apresentava um bom aspecto apesar de estar mais gordo.
 
Os dias que se seguiram à morte de JM foram de sigilo total e só cerca de 8 dias após a sua morte é que a mesma foi divulgada ao mundo e inclusive aos seus pais e irmãos. Reza a história que no momento do seu funeral apenas estavam no Pêre Lachaise 5 pessoas, Pamela, o seu empresário e mais 3 amigos.
 
Passados tantos anos Jim continua a ser um verdadeiro Deus e a ser lembrado, pelas suas canções e pelos seus poemas. Já não importa a sua loucura ou os seus excessos, a música é a nossa herança. Acho que mais ninguém na música deixou tanta saudade, ninguém é tão lembrado como Jim Morrison.
 
Como é que se pode explicar que as pessoas possam idolatrar alguém que não viram cantar num concerto ou tão pouco num directo na TV?
 
A herança é forte e a sua atitude imponente, embora por vezes com alguns excessos. Jim mexia com as pessoas, era um frontman apenas comparável a Jagger dos Stones ou a Roger dos The Who. Era também uma pessoa simples e sensível, avesso em parte à popularidade que lhe foi concedida.
 
Comecei a ouvir os The Doors na segunda metade dos anos 80, em parte devido ao épico Roadhouse Blues, canção que se repetia na sala da Associação de Estudantes, nas festas da Escola e também um pouco devido a Light My Fire, o primeiro grande hit da banda. Quando uns anos mais tarde saiu o filme com a história da banda não hesitei e rumei até Lisboa. Não esqueço a sala 6, sessão da meia noite nas Amoreiras.
Ai tive um choque, porque não esperava um Morrison tão desafiador e tão desalinhado, mas adorei o filme, que ao longo dos anos seguintes voltei a ver algumas vezes.
 
Em 1995, quando sai do Pere Lachaise, ficou a promessa de voltar, assim que regressa-se a Paris, nunca aconteceu, mas está nos planos.
 
Celebremos Morrison...
 

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